
O empresário Fernandin, dono do Instituto OIG e de empresas de apostas, respondeu às críticas recebidas após o anúncio de pausa nas atividades sociais da entidade. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que houve uma “narrativa falsa” sobre o comunicado do instituto e classificou parte das críticas como “inveja”.
Segundo Fernandin, o Instituto OIG não encerrou definitivamente suas atividades, mas passa por uma pausa em razão dos impactos de uma medida adotada pelo Governo Lula sobre uma das empresas do grupo econômico.
Ele afirmou ainda que o trabalho social começou em 2020 e que, desde então, foram destinados “milhões e milhões de reais” mensalmente para ações de assistência. O empresário também criticou perfis de mídia que, segundo ele, não divulgaram anteriormente os projetos sociais e passaram a abordar o assunto após a suspensão das atividades.
“Estou com o coração muito tranquilo e cheio de gratidão”, afirmou Fernandin na publicação.
Ao comentar as críticas, o empresário questionou se as pessoas que o criticam já ajudaram alguém ao longo da vida e encerrou a manifestação com a palavra “inveja”.
Instituto anunciou pausa nas atividades
O Instituto OIG comunicou a suspensão temporária das ações sociais após a publicação da Medida Provisória nº 1.394/2026, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa no Brasil.
Segundo o instituto, a paralisação ocorreu após a interrupção das atividades de uma empresa apontada pela própria entidade como sua principal mantenedora.
Antes da suspensão, o Instituto OIG afirmava manter ações como distribuição de cestas básicas para mais de 40 mil famílias, construção e reforma de moradias, além de apoio a abrigos de idosos e instituições de proteção animal.
A entidade informou que a pausa não representa o encerramento definitivo dos projetos e que pretende retomar as atividades sociais quando houver condições para restabelecer as doações.




